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Reflexão da UFCD-4571 - Maquinação - Operações Elementares

 


Informações Técnicas

 

Formando: Paulo Caldeira da Silva

Formador: José Chorão

Data: 26/Novembro/2011

Área de Formação: Maquinação - Operações Elementares

Denominação/Código: UFCD-4571

Curso: EFA-NS - Técnicos de Instalação de Sistemas Solares Térmicos (03) - Sertã

 

O que Aprendi

 

UFCD-4571

- Interpretar corretamente um desenho técnico.

- Reconhecer o sistema internacional de unidades (S.I.) e o sistema inglês de unidades.

- Selecionar o método de trabalho mais apropriado em função do máximo rendimento e da qualidade pretendida para o produto final.

- Identificar os principais tipos de máquinas, ferramentas e seus acessórios, suas características técnicas e processos de funcionamento.

- Identificar e caracterizar as principais operações de maquinação que podem ser efetuadas nas máquinas e ferramentas.

- Utilizar corretamente tabelas e ábacos de velocidade de corte, velocidade de rotação e tipo de ferramenta, segundo o material a maquinar.

- Identificar e selecionar as ferramentas de corte das máquinas de furar em função de diferentes fatores.

- Selecionar ferramentas de maquinação de acordo com o respetivo processo de fabrico.

- Selecionar os parâmetros de corte em função do material a maquinar e da ferramenta a utilizar.

- Reconhecer a importância da refrigeração, para o bom estado da ferramenta e para a qualidade do produto final.

- Reconhecer a importância da forma da ferramenta de corte, nomeadamente ângulos de corte e estado de afiamento, na execução de determinado processo de maquinação.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados na furação.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados na mandrilagem.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados na abertura de roscas.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados na serragem.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados na limagem e no aplainamento.

- Identificar e caracterizar os equipamentos e as ferramentas utilizados no corte sem arranque de apara.

- Utilizar máquinas e ferramentas convencionais na execução de operações de maquinação de peças e de conjuntos.

- Identificar e respeitar as normas de higiene e segurança.

- Entre outros temas e subtemas que foram abordados nesta Unidade de Formação de Curta Duração.

 

Como Aprendi

 

- Elaboração de Roteiros de Trabalho Pelo Formador.

- Explicações Pelo Formador.

- Demonstrações do Formador.

- Exercícios Práticos.

- Fotocópias de Diverso Material Tecnológico.

- Pesquisas na Internet.

- Debates e Troca de Experiências entre Colegas.

 

Dificuldades Sentidas

 

Senti algumas dificuldades, porque não tinha muitos conhecimentos sobre esta temática, desta Unidade de Formação de Curta Duração.

 

Reflexão

 


Na área disciplinar da UFCD 19, Maquinação - Operações Elementares, abordámos diferentes temáticas, tais como, o estudo de FITs, (Folhas de Informação Tecnológica), leitura e interpretação de desenhos técnicos, os Sistemas Internacional (S.I.) e o Sistema Inglês de unidades de medição, como identificar os diversos materiais e as suas funções, os métodos de trabalho, saber identificar as várias máquinas/ferramentas e reconhecer os vários processos de fabrico, com ou sem arranque da apara, entre outras.

 

Para atingir os objetivos propostos para esta UFCD, descritos acima, primeiramente, abordámos várias FITs, onde fiquei a conhecer as características de algumas ferramentas que utilizamos, como as limas, a escala, martelo e punção de bico, esquadro, régua de ajustador, riscador, graminho, paquímetro, etc...

 

No paquímetro, fiquei a saber os cuidados que devo ter com este aparelho, para mantê-lo sempre em boas condições de utilização e fiquei a saber também qual a forma correta, de fazer medições com o mesmo de maneira a cometer menos erros de leitura, observando a medição retirada, perpendicularmente com o mesmo, evitando assim os erros de paralaxe.

 

Aprendi sobre as ferramentas de marcação, como o compasso de perna e bico, o compasso de dois bicos, o graminho, o riscador e o punção, sendo este último, muito útil para marcar uma perfuração, ajudando a guiar a broca durante a furação e, aprendi também, sobre as ferramentas de medição, planeza e verificação, como o esquadro, a escala, o paquímetro e a régua de ajustador.

 

Nas limas, fiquei a saber que se classificam quanto à sua forma, ao seu picado e ao seu comprimento e que na sua forma, podem ser paralelas, meia cana ou redondas.

 

Quanto ao picado, podem ser bastardas, bastardinhas e murças e, que no seu comprimento, as mais usadas são as de 100mm, as de 150mm, as de 200mm, 250mm e de 300mm.

 

Fiquei a saber também, quando se deve utilizar cada uma delas e os cuidados que devo ter para as manter em bom estado de conservação.

 

Na leitura e interpretação de desenhos técnicos, abordámos alguns desenhos que o formador nos facultou para sabermos interpretar as cotas de uma peça, para depois podermos executar um trabalho, baseando-nos no desenho e num roteiro de trabalho previamente e devidamente elaborado para o efeito.

 

Apreendi a elaborar roteiros de trabalho, que são bastante úteis na elaboração de qualquer tarefa que nos seja proposta, visto que explicam detalhadamente todos os processos e ferramentas a utilizar durante o trabalho e, que ao serem devidamente seguidos, evitam que se cometam erros na execução da tarefa.

 

Também fiquei a compreender melhor, alguns dos diversos materiais existentes numa oficina, as suas funções, o facto de serem macios ou duros e onde se devem utilizar.

 

Nos métodos de trabalho, ficamos a saber quais os melhores métodos de trabalho e da utilização das várias ferramentas ou máquinas, a posição em que devemos estar na execução de uma tarefa e fizemos também, referência às normas de segurança a ter dentro de uma oficina e quando operamos com qualquer uma das máquinas, utilizando os (EPIs) adequados.

 

Na identificação das várias máquinas, fiquei a saber algumas características gerais das máquinas onde desempenhamos alguns trabalhos e trabalhei na fresadora universal (fresa) utilizando uma das ferramentas, a fresa cilíndrica (multi-navalhas) e fiquei a saber que a ferramenta é que é móvel e a peça fica fixa e que a fresa é uma máquina que trabalha em três eixos, (X, Y e Z).

 

Realizei também um trabalho no torno mecânico e fiquei a saber que no torno mecânico a ferramenta é que fica fixa e a peça é que se move, permitindo transformar um objeto sólido, fazendo-o rodar em torno do seu eixo, arrancando material à peça.

 

No reconhecimento dos vários processos de fabrico com ou sem arranque da apara, fiquei a saber que há ferramentas que trabalham por arranque de apara como por exemplo, o serrote mecânico, o serrote manual, as limas, escopro, escareador, mandrilador, engenho de furar, berbequim, entre muitas outras e as que trabalham sem arranque de apara, tais como, a guilhotina, a tesoura manual, etc...

 

Tive conhecimento também, das rotações adequadas que o engenho de furar, ou o berbequim devem ter em relação ao diâmetro do furo a executar e que, se a perfuração a ser feita, for grande, o adequado é executar primeiro uma perfuração com um diâmetro de broca inferior, com o objetivo de retirar o centro da furação visto que é o que oferece maior resistência na furação.

 

Aprendemos e utilizámos ainda outras ferramentas, como o mandril, o escareador, o desandador e seus machos para a abertura de roscas.

 

Foi-nos dado informações, sobre o afiamento das brocas, o arrefecimento e/ou lubrificação das mesmas, entre muitas outras informações, quer através de explicações do formador, quer através de Fichas de Informação Tecnológica, durante esta UFCD 19.

 

Executei dois trabalhos, para serem acabados na UFCD seguinte, que foram, uma Pá para o Lixo e um Grampo de Aperto, constituídos por duas peças, cada conjunto.

 

Apesar das dificuldades sentidas sobretudo no início, penso ter assimilado bem os conteúdos desta UFCD, com a ajuda do formador e com um pouco de esforço da minha parte.

 

Acho que esta unidade de formação foi muito importante para o meu enriquecimento cultural e futuramente também para o profissional, como Técnico Instalador de Painéis Solares Térmicos.

 

O formador José Chorão, colocou ao nosso dispor todas as ferramentas necessárias para a nossa aprendizagem das temáticas abordadas nesta UFCD 19 e esteve sempre disponível para esclarecer todas as dúvidas que pudessem existir entre os formandos, mesmo, com apenas 50 horas dedicadas a esta unidade de formação.

 

Para melhorar esta UFCD, acho que bastaria ser aumentada a carga horária da mesma, uma vez que envolve muita matéria sobre a Maquinação.

 


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Ficheiros Incluídos no Arquivo ZIP para Download e Consulta

 

Apresentação de Fotos da UFCD-19 - Paulo Silva.ppsx

Reflexão da 4571 - M. - O.E. - J.C. - Paulo Silva.docx

 


Notas de Rodapé:

 


Atenção

Se utilizar algum texto quer das minhas Reflexões, quer dos meus Documentos que disponho para consulta e/ou download, não se esqueça de que não deve fazer o chamado (Literalmente, Copy-Paste) nos seus próprios documentos para o seu próprio bem!

 

Como deve calcular nenhum Formador ou Professor apoia essa ideia, até porque cada arquivo da autoria de cada um, tem os respetivos Direitos de Autor, utilize nos seus documentos palavras e frases suas, mesmo que utilize a estrutura e as ideias que vos deixo nos meus Arquivos, Textos e Reflexões, Obrigado!

 

Logotipo do Portefólio Reflexivo de Aprendizagem de Paulo C. Silva

 

 

 

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