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Reflexão da UFCD-4557 - Processos de Fabrico

 


Informações Técnicas

 

Formando: Paulo Caldeira da Silva

Formador: Francisco Dionísio

Data: 9/Janeiro/2012

Área de Formação: Processos de Fabrico

Denominação/Código: UFCD-4557

Curso: EFA-NS - Técnicos de Instalação de Sistemas Solares Térmicos (03) - Sertã

 

O que Aprendi

 

UFCD-4557

- Reconhecer vários tipos de perfis metálicos.

- Processos de fabrico.

• Corte mecânico.

• Dobragem.

• Quinagem.

- Processos de fabrico.

• Furação.

• Corte.

• Retificação.

- Distinguir os diversos processos de soldadura.

• Processo de soldadura S.E.R. (Soldadura de Elétrodo Revestido).

• Processo de soldadura MIG/MAG.

• Processo de soldadura Oxi-acetilénica.

- Gases utilizados e consumíveis.

- Entre outros temas e subtemas que foram abordados nesta Unidade de Formação de Curta Duração.

 

Como Aprendi

 

- Explicações do Formador.

- Fotocópias.

- Trabalhos Práticos.

- Pesquisas na Internet.

- Debates e Troca de Experiências Entre Colegas.

 

Dificuldades Sentidas

 

Senti algumas dificuldades, porque não tinha muitos conhecimentos sobre esta temática, mas com a ajuda do formador Francisco Dionísio e esforço da minha parte, penso ter conseguido adquirir algum conhecimento sobre os temas abordados nesta Unidade de Formação de Curta Duração - Processos de Fabrico.

 

Reflexão

 


Na área disciplinar, Processos de Fabrico, desta Unidade de Formação UFCD5, com um total de 50 horas, abordámos entre outras temáticas, o Reconhecer vários tipos de perfis metálicos, os Processos de fabrico, como, o corte mecânico, a dobragem, a quinagem, a furação, o corte e a retificação, o Distinguir os diversos processos de soldadura, como, o processo de soldadura S.E.R. (Soldadura de Elétrodo Revestido), o processo de soldadura MIG/MAG e o processo de soldadura Oxi-acetilénica, assim como, os gases utilizados e consumíveis.

 

Vi que existem vários tipos de perfis metálicos, tais como as chapas, os varões redondos, quadrados, retangulares ou chatos, os tubos, redondos, quadrados ou retangulares, os perfis em U, em T, cantoneiras em L, entre outros.

 

Nos processos de fabrico, cortei com a guilhotina alguns pedaços de chapa, para posteriormente fazer cordões de solda a elétrodo e também cortei com a máquina de corte de disco, alguns pedaços de tubo, para depois fazer um aro retangular com soldadura MIG/MAG, retificando-o com a rebarbadora.

 

Também vi como funciona a quinadeira, para quinar uma chapa e a furação com os engenhos de furar, assim como, as precauções que devemos ter ao utilizar estas máquinas, porque no caso da quinadeira, podemos ficar com as mãos amputadas e no engenho de furar, podemos ficar com as mãos furadas.

 

Adquiri também alguns conhecimentos sobre os processos de soldadura, tais como, o processo S.E.R. (Soldadura a Elétrodo Revestido), o processo MIG/MAG e o processo Oxi-acetilénico.

 

Aprendi inicialmente a soldar a S.E.R., processo de soldadura, que consiste na formação de um arco elétrico que é formado com o contato do elétrodo na peça a ser soldada, o elétrodo então é consumido à medida que se vai formando o cordão de solda e a proteção é feita com a fusão do revestimento do elétrodo, fazendo uma atmosfera gasosa.

 

Aprendi também algumas técnicas de soldadura e os diferentes tipos de elétrodo, como o Básico, para estruturas de maior porte, o Celulósico, para uma boa penetração na solda e o Rutílico, que é o mais utilizado na serralharia convencional, logo, devemos escolher o elétrodo adequado a uma determinada solda, de modo a obtermos o resultado pretendido.

 

Cada elétrodo tem um código que o distingue, ou seja, nos 6013, 7018 e 6010, os dois primeiros algarismos correspondem à resistência mecânica, o terceiro às posições em que se deve soldar e o quarto número corresponde ao tipo de revestimento do elétrodo.

 

O princípio da soldadura MIG/MAG, consiste em introduzir um fio de metal na tocha, fio esse que é fundido no arco elétrico, protegido por um ou mais gases.

 

Um gás de proteção que flui através do bocal da tocha protege o arco elétrico e o material em fusão, podendo o mesmo ser inerte (MIG) ou ativo (MAG).

 

Os gases inertes, tais como o árgon e o hélio, não entram em reação com o material em fusão, por outro lado, os gases ativos, não só interferem no próprio arco elétrico, como também reagem com o material em fusão.

 

Um exemplo de gás ativo, é o árgon misturado com uma pequena parte de dióxido de carbono ou oxigénio e a componente ativa tem influência, na penetração e na temperatura do banho de fusão.

 

A soldagem Oxi-acetilénica, é um processo no qual a união das peças é obtida pela fusão localizada destas com uma chama gerada pela relação entre o oxigénio e o acetileno e, o metal de adição, na forma de fio ou de barra, quando for utilizado, é alimentado pelo soldador com uma mão, enquanto que com a outra, ele manipula a tocha.

 

A proteção do metal fundido é realizada pelos gases resultantes da queima primária em uma chama corretamente ajustada.

 

No decorrer desta UFCD, fiz um trabalho que consistia em fazer vários cordões de solda a elétrodo do tipo 6013, no processo de soldadura S.E.R. (Soldadura a Elétrodo Revestido), também conhecido por processo 111, sobre duas chapas que foram cortadas anteriormente.

 

Seguidamente, fiz um trabalho que consistia em soldar com o processo MIG - 131, (Metal Inerte Gás, {Gás utilizado é Árgon}), quatro pedaços de tubo quadrado, cortados anteriormente, fazendo um aro retangular, devidamente desempenado e à esquadria.

 

Depois de soldar o referido aro, retifiquei-o com a rebarbadora, até obter um aro bonito de se ver, pronto a ser pintado e utilizado.

 

Depois, fiz soldaduras em peças de cobre, utilizando o processo de soldadura Oxi-acetilénica, regulando corretamente o acetileno e o oxigénio, de forma a obter uma soldadura homogénea entre duas peças, adicionando metal com uma vareta de prata.

 

Apesar das dificuldades sentidas sobretudo no início, penso ter assimilado bem os conteúdos desta UFCD 5, com a ajuda do formador e com esforço da minha parte.

 

Acho que esta unidade de formação foi muito importante para o meu enriquecimento cultural e futuramente também para o profissional, enquanto Técnico Instalador de Painéis Solares Térmicos.

 

O formador Francisco Dionísio, colocou ao nosso dispor todas as ferramentas necessárias para a nossa aprendizagem das temáticas abordadas nesta UFCD 5 e esteve sempre disponível para esclarecer todas as dúvidas que pudessem existir entre os formandos, logo, está de parabéns.

 

Para melhorar esta UFCD, acho que bastaria ser aumentada a carga horária da mesma, uma vez que envolve muita matéria sobre processos de fabrico numa serralharia.

 


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Ficheiros Incluídos no Arquivo ZIP para Download e Consulta

 

Apresentação de Fotos da UFCD-5 - Paulo Silva.ppsx

Reflexão da 4557 - P. de F. - F.D. - Paulo Silva.docx

 


Notas de Rodapé:

 


Atenção

Se utilizar algum texto quer das minhas Reflexões, quer dos meus Documentos que disponho para consulta e/ou download, não se esqueça de que não deve fazer o chamado (Literalmente, Copy-Paste) nos seus próprios documentos para o seu próprio bem!

 

Como deve calcular nenhum Formador ou Professor apoia essa ideia, até porque cada arquivo da autoria de cada um, tem os respetivos Direitos de Autor, utilize nos seus documentos palavras e frases suas, mesmo que utilize a estrutura e as ideias que vos deixo nos meus Arquivos, Textos e Reflexões, Obrigado!

 

Logotipo do Portefólio Reflexivo de Aprendizagem de Paulo C. Silva

 

 

 

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