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Reflexão da UFCD-4555 - Tecnologia dos Materiais

 


Informações Técnicas

 

Formando: Paulo Caldeira da Silva

Formadora: Telma Matos

Data: 14/Dezembro/2011

Área de Formação: Tecnologia dos Materiais

Denominação/Código: UFCD-4555

Curso: EFA-NS - Técnicos de Instalação de Sistemas Solares Térmicos (03) - Sertã

 

O que Aprendi

 

UFCD-4555

- Grupos de Materiais.

• Metais.

• Cerâmicos.

• Polímeros.

• Compósitos.

- Propriedades dos Materiais.

• Propriedades Físicas.

• Propriedades Mecânicas.

- Fabricação da Gusa (Ferro da 1ª Fundição).

• Processo de Fabrico.

• Fabricação dos aços.

- Conversores.

- Conversor Bessemer.

- Conversor Thomas.

- Conversor L. D.

- Fornos Eléctricos.

• Classificação dos Aços.

- Quanto ao Teor de Carbono.

- Quanto à Aplicação.

- Quanto à Composição Química.

- Tratamentos Superficiais.

• Tratamentos Térmicos.

• Tratamentos Termomecânicos.

- Trabalho Prático (O Meu Metal).

• História.

- Ocorrência.

• Obtenção.

• Fabrico.

• Aplicações.

• Implicações na Saúde.

- Entre outros temas e subtemas que foram abordados nesta Unidade de Formação de Curta Duração.

 

Como Aprendi

 

- Explicações da Formadora.

- Várias Fichas de Trabalho.

- Pesquisas na Internet.

- Fotocópias.

- Debates e Troca de Experiências Entre Colegas.

 

Dificuldades Sentidas

 

Não senti grandes dificuldades, durante esta UFCD – (Unidade de Formação de Curta Duração), porque tudo me correu muito bem até ao final da mesma.

 

Reflexão

 


Na área disciplinar de Tecnologia dos Materiais, desta unidade de formação nº 3, com uma carga horária de 50 horas, abordamos variadas temáticas e quero referir nesta reflexão, aquelas que pessoalmente achei mais interessantes e que no meu entender, serão de maior utilidade para o meu futuro profissional e/ou pessoal.

 

Começámos por abordar a temática dos grupos de materiais e entre outros, os metais puros, constituídos por um só elemento, as ligas metálicas que podem ser constituídas por um metal base e um ou vários outros metais e/ou não-metais.

 

O Bronze, constituído por cobre (Cu) + estanho (Sn), o latão, constituído por cobre (Cu) + zinco (Zn) e o aço, constituído por ferro (Fe) + Carbono (C), são exemplos dessas ligas metálicas, muito utilizadas no nosso dia-a-dia e vimos ainda que essas ligas podem ser ferrosas ou não-ferrosas (com ou sem ferro na sua constituição).

 

Vimos ainda que os metais puros estão colocados na tabela periódica por ordem crescente do número atómico, exemplos disso são a (Ag) prata, (Fe) ferro, (Hg) mercúrio, (Cr) crómio, (Ni) níquel, (Pt) platina, (V) vanádio, (W) tungsténio, (Al) alumínio, (Zn) zinco, (Pb) chumbo, (Cu) cobre, (Sn) estanho, (Au) ouro, (Ti) titânio e (Zr) zircónio, mas existem muitos outros elementos na tabela periódica, que à temperatura ambiente, podem ser sólidos, líquidos e gasosos.

 

Estudámos os cerâmicos tradicionais, que são substâncias inorgânicas, constituídas por argila, sílica e feldspatos com aplicação em produtos de construção do nosso dia-a-dia e, vimos que os cerâmicos técnicos, são cerâmicos de engenharia e/ou indústria, constituídos principalmente por carbonetos de silício, óxidos de alumínio e óxidos de ferro e, aprendemos ainda que normalmente, os cerâmicos são bons isoladores térmicos e eléctricos, mas que são frágeis.

 

Aprendemos sobre os polímeros, que são constituídos basicamente por carbono, azoto, hidrogénio e oxigénio ligados por longas cadeias moleculares e, sobre os compósitos, que são constituídos por elementos de grupos diferentes como por exemplo um pilar da construção civil, constituído por um metal, (estrutura) e um cerâmico chamado de betão (aglomerado).

 

Vimos que nos compósitos, os materiais de origem não se podem fundir e, as vantagens da sua utilização, são mais económicas e melhoram as propriedades dos materiais de base, porque são mais adaptáveis.

 

Na sequência, abordamos as propriedades físicas de um metal ou outro material e que para a sua determinação, não é necessário empregarem-se esforços e, na Cor, a maioria dos metais é entre os cinzas e os avermelhados, na Densidade, que é a razão entre a massa volúmica do material e a massa volúmica da água que se torna como termo de comparação, (todos os metais são substâncias densas), na Fusibilidade, que é a propriedade dos metais, em passarem do estado sólido ao estado líquido pela ação do calor.

 

E continuando, vimos também que a Condutibilidade térmica ou eléctrica, que é a propriedade dos materiais (metais) possuem em se deixar atravessar, oferecendo pouca resistência à passagem pelo calor ou pela corrente eléctrica e, que os metais geralmente são bons condutores térmicos ou eléctricos.

 

Na Dilatabilidade, vimos que é a propriedade que os materiais possuem, em alterar as suas dimensões pela acção do calor e, que todos os metais dilatam, alguns mais do que outros.

 

Continuando ainda, vimos que nas propriedades mecânicas, é necessário exercer esforços nos materiais para a sua determinação, que podem ser a Dureza, a Tenacidade, a Elasticidade, a Maleabilidade, a Resiliência, a Ductilidade e a Plasticidade.

 

Abordámos também, a fabricação da gusa (ferro da 1ª fundição produzido no alto-forno) e vimos que na indústria, não se produz ferro puro, mas são produzidos produtos ferrosos, que possuem de forma voluntária ou involuntária, outros elementos para além do ferro, tais como, o carbono, o silício, o fósforo, o enxofre e o manganês.

 

Podemos assim dizer que estamos na presença de ligas ferro carbónicas, de entre as quais podemos evidenciar a gusa ou ferro fundido da primeira fusão e os aços.

 

Na gusa, o teor de carbono é superior a 1,7%, nos aços a percentagem varia entre 0,1% e 1,6% e, no ferro macio, que também é designado por liga ferro-carbónica, apenas apresenta vestígios de carbono, com percentagens inferiores a 0,1%.

 

Para conseguir obter a gusa no alto-forno, tem que se ter em consideração, a matéria-prima a utilizar, sabendo que os minerais de ferro mais utilizados são, a magnetite, que é um óxido de ferro com uma percentagem de ferro aproximada de 72%, a hematite, com cerca de 70% de ferro e a limonite, com aproximadamente 60% de ferro, mas ainda existem outros óxidos de ferro, que também podem ser utilizados.

 

O combustível mais utilizado no alto-forno para a fabricação da gusa é o coque metalúrgico (carvão mineral), que possui grande resistência à compressão e permite o seu emprego nos fornos de grande altura, sem correr o risco de esmagamento e consequente aglomeração e possui um enorme poder calorífico.

 

Os fundentes utilizados na fabricação da gusa no alto-forno são, minérios que possuem impurezas (gangas) que não fundem com a restante carga e que se ficarem incorporadas na gusa, seriam prejudiciais para a mesma, assim, será necessário que se tornem fusíveis as gangas, para que elas se separem da gusa, por diferença de densidades.

 

A separação consegue-se utilizando fundentes que reagindo com a ganga do minério, formam uma massa fusível, designada de escória, menos densa que a gusa no estado líquido.

 

Neste processo, se a ganga do minério for de origem ácida (sílica ou alumina), o fundente que se junta é de origem básica (carbonato de cálcio), se for verificado o inverso e a ganga for de origem calcária, o fundente utilizado, será de origem ácida.

 

Pare se fabricar o aço, são necessários conversores, onde normalmente pela injecção de ar atmosférico ou oxigénio puro na gusa, vinda do alto-forno, oxida-se o carbono e obtém-se o aço, com as percentagens de carbono desejadas.

 

Estudámos os conversores Bessemer, Thomas e L.D. e, vimos ainda que existem fornos eléctricos, onde se podem juntar sucatas sólidas à gusa e que o método de descarburação, é feito por meio de um óxido de ferro e com temperaturas muito elevadas e constantes, os elementos em excesso, oxidáveis, são eliminados com relativa facilidade.

 

Fizemos pesquisas na internet sobre um metal à nossa escolha, (um metal diferente para cada um de nós) e elaborei um documento em PowerPoint sobre o ferro, o metal que escolhi.

 

Entretanto, no âmbito desta UFCD 3, tive contacto com novas realidades que não conhecia e que achei, serem bastante positivas e informativas para o meu conhecimento geral e futuramente para o desenvolvimento da minha profissão, enquanto Técnico Instalador de Painéis Solares Térmicos.

 

Tal como já referi em outras reflexões de UFCDs dadas pela formadora Telma Matos, ela, com a vasta matéria a dar sobre esta temática, com todos os documentos fornecidos, fichas, etc., por vezes, com a necessidade de ter alguma paciência com os formandos, por causa de alguma dispersão e falta de atenção da nossa parte, ainda assim, tentou sempre manter a nossa atenção, deixando inclusivamente tempo disponível para a discussão, entreajuda e troca de experiências entre os formandos, falando dos temas que foram sendo abordados.

 

A realização de fichas de trabalho, com os conceitos/temas abordados, foi a meu ver muito enriquecedor, porque me permitiu aprender e aprofundar os temas propostos pela formadora, acho que entendi bem e, os apontamentos tirados durante as sessões, assim como as fotocópias, as explicações da formadora, etc., também me ajudaram na compreensão dos temas desta UFCD 3.

 

Como já referi em outras reflexões anteriores de módulos/UFCDs dadas pela formadora Telma Matos, considero que alcançou os objectivos pretendidos sobre esta matéria, com um horário, muito reduzido.

 

E como também já referi anteriormente, se é que posso ou devo dar a minha avaliação à formadora, então, quanto a mim, está de parabéns.

 

Para melhorar esta UFCD, acho que poderia ser aumentada a carga horária da mesma, visto que se tal acontecesse, ainda poderiam ser mais aprofundadas estas matérias, que podem ser muito importantes para a vida de um trabalhador/empregador.

 


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Ficheiros Incluídos no Arquivo ZIP para Download e Consulta

 

O Meu Metal - Paulo Silva.ppsx

Ficha de Avaliação da UFCD-3 - Paulo Silva.pdf

Reflexão da 4555 - T.M. - T.M. - Paulo Silva.docx

 


Notas de Rodapé:

 


Atenção

Se utilizar algum texto quer das minhas Reflexões, quer dos meus Documentos que disponho para consulta e/ou download, não se esqueça de que não deve fazer o chamado (Literalmente, Copy-Paste) nos seus próprios documentos para o seu próprio bem!

 

Como deve calcular nenhum Formador ou Professor apoia essa ideia, até porque cada arquivo da autoria de cada um, tem os respetivos Direitos de Autor, utilize nos seus documentos palavras e frases suas, mesmo que utilize a estrutura e as ideias que vos deixo nos meus Arquivos, Textos e Reflexões, Obrigado!

 

Logotipo do Portefólio Reflexivo de Aprendizagem de Paulo C. Silva

 

 

 

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